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médicas cubanas Henry Reeve

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"Elogio da Brigada Henry Reeve"

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A alma não tem fronteira, nenhuma vida é estrangeira” Marcelo Biar

Para a Comitê Norueguês do Premio Nobel da Paz
Presidente: Berit Reiss-Andersen
Membro:Thorbjon Jagland

Serve a presente manifestação para apresentar a essa Comissão a candidatura ao Prêmio Nobel da Paz às Brigadas Médicas Cubanas Henry Reeve, organização de médicos especializados em situação de extrema pobreza, desastres e epidemias graves, que, através de seu compromisso humanitário, social e ético, desenvolveu ações na área da saúde em diversos países, com foco na população mais necessitada dos quatro continentes.
O Contingente Internacional das Brigadas Médicas Cubanas Henry Reeve realiza, de forma generosa e sem esperar qualquer retribuição, o que é o mais humano de nossa humanidade: a solidariedade e a disposição para a cooperação. Seus médicos e suas médicas arriscam suas vidas para dar vida a quem está sob risco de perder a vida. Além do mais, é uma organização que leva a paz em meio aos conflitos. A paz é o bem mais ansiado pelas vítimas das guerras ou das hecatombes naturais.
Essa paz é forjada ao se comprometer com as populações levando saúde e vida digna aos que costumam figurar como vítimas de ações de guerra, espoliação, exploração e descaso estatal. Ao levar a paz, na forma de tratamento digno e esperança para a população de vários países, em meio a contextos marcado por destruição, epidemias, guerras e desastres naturais, essa organização, comprometida com a defesa da humanidade, se habilita para o Nobel da Paz. Não se pode esquecer que promover a paz é, antes de tudo, proteger todos aqueles que costumam estar condenados à morte, à violência estrutural e ao sofrimento, numa palavra, aos que são condenados a morrer antes do tempo. O reconhecimento do respeito ao ser humano e a entrega para salvar vidas fizeram dos Médicos cubanos e das Médicas Cubanas uma referência internacional de solidariedade e de profunda humanidade, tão ausentes.
Vale lembrar que a primeira missão médica humanitária se deu na Argélia em 1963. Desde, então, as missões humanitárias cubanas se estenderam pelos quatro continentes e apresentam um caráter único ao apontar que é possível a solidariedade internacional em tempos de ode ao egoísmo.
Não faltam exemplos históricos de comprometimento das Brigadas Médicas Cubanas Henry Reeve com a busca de vida digna para todos e todas. Em 31 de maio de 1970, Peru, país à margem do pacifico no continente sul americano, foi atingido por um terremoto de 7.9 na escala Richter deixando mais de 80 mil mortos e milhares de famílias desabrigadas. Mais de 100 mil cidadãos cubanos doaram sangue e uma das Brigadas médicas cubanas aportou em Ancash. Vale ressaltar, por oportuno, que o Peru não tinha relações diplomáticas com a República de Cuba.
Durante as décadas que se seguiram, Cuba enviou gratuitamente brigadas médicas para diversos países atingidos por catástrofes naturais: na cidade de Pisco (Peru), em 2007, os médicos cubanos, solidários com as vítimas do terremoto, realizaram 228 mil consultas e 2 mil cirurgias complexas; no Haiti, a participação e a dedicação dos médicos cubanos, durante a crise da cólera, deixou o mundo envergonhado por não ter prestado tal solidariedade; na África, foram heróis no combate ao Ebola e, na América Latina e Caribe, curaram milhares da cegueira.
As brigadas estão presentes em mais de 60 países. O Contingente Internacional de Médicos Especializados em Desastres e Grandes Epidemias atua em 24 países da América Latina e Caribe; em 27 países da África incluindo a República do Togo; Argélia e África do Sul; em dois, do Oriente médio; em sete, da Ásia, incluindo Indonésia, Catar, Kuwait, China e Arábia Saudita.
Em 2005, nasce o Contingente Henry Reeve, assim nomeado em homenagem a um jovem americano, saído do Brooklyn, nos Estados Unidos, aos dezenoves anos, para ingressar na causa emancipatória cubana e se tornar um general de brigada do Exército de Libertação.
No Brasil, na década de 1990, a cidade de Niterói deu início ao Programa Médico da Família aos moldes do “Programa Médico de Família” de Cuba. Esse Programa funciona há 28 anos nas comunidades carentes com grande êxito e é uma história fabulosa de atendimento domiciliar e hospitalar.
Ainda no Brasil, o Programa Mais Médicos, aprovado após amplo debate público junto à sociedade endossada pelo Congresso Nacional, permitiu que médicos cubanos trabalhassem em lugares de pobreza extrema, de alto risco de vida em lugares como favelas do Rio de Janeiro, de São Paulo, da Bahia, de Minas Gerais, dando ênfase a 34 reservas indígenas, sobretudo na Amazônia. No Programa Mais Médicos no Brasil, entre agosto de 2013 e novembro de 2018, 113.359.000 pacientes foram atendidos em mais de 3.600 municípios e forneceram cobertura permanente a 60 milhões de brasileiros.
Esse programa foi amplamente reconhecido pelos governos Federal, Estadual, Municipal e, principalmente, pela população. Segundo estudo realizado pelo Ministério da Saúde do Brasil junto à Universidade Federal de Minas Gerais, o grau de aceitação dos médicos cubanos atinge a 95 por cento entre a população.
Mais recentemente, na luta contra o COVID 19, os médicos e médicas cubanos não hesitaram a se juntar aos médicos e médicas chineses e a atuar em diversos países. Em 22 de marco de 2020, aportaram na Lombardia, Itália desempenhando uma assistência fundamental. Em alguns Estados brasileiros estão atuando nos lugares mais necessitados e ajudando a superar esta tragédia viral.
Diante da grandeza e solidariedade dos médicos cubanos e das médicas cubanas, que estão salvando vidas como objetivo principal, é que pedimos seu apoio ao Prêmio Nobel da Paz de 2021 ao Contingente Henry Reeve de brigadas médicas cubanas. É legítimo acreditar que o Prêmio Nobel da Paz para as Brigadas Médicas Cubanas Henry Reeve ajudará a fortalecer a solidariedade mundial de que tanto precisamos, além de suscitar a esperança de que políticas e ações comprometidas com a vida devem substituir ações e políticas que visam exclusivamente o lucro e que naturalizam a morte.
Por fim, relembrando o que uma médica cubana, ao sair do Brasil, entre lágrimas, disse: “Nós não damos o que sobra. Nós damos o que temos”.
Não há maior generosidade e grandeza do que estas palavras que bem revelam o espírito que anima o Contingente Internacional das Brigadas Cubanas de Saúde Henry Reeve: dar sem esperar receber e dar vida a quem precisa de vida.

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2020

Teólogo Leonardo Boff

Adolfo Perez Esquivel – Prêmio Nobel da Paz 1980

“Soul has no border; no life is a foreigner” Marcelo Biar

To the Norwegian Committee of the Nobel Peace Prize
Chairman: Berit Reiss-Andersen
Member: Thorbjon Jagland

This demonstration serves to present to this Commission the candidacy for the Nobel Peace Prize to the Cuba’s Henry Reeve International Medical Brigade, organization of physicians specialized in situation of extreme poverty, disasters, and serious epidemics that through its humanitarian, social, and ethical commitment has developed actions in the area of health in several countries, focusing on the neediest population of the four continents.
The International Contingent of Cuba’s Henry Reeve International Medical Brigade carries out, generously and without expecting any retribution, what is the most human in our mankind: solidarity and willingness to cooperate. Their doctors risk their lives to give life to those at risk of losing theirs.
Moreover, it is an organization that brings peace in the midst of conflicts. Peace is the asset most desired by the victims of wars or natural hecatombs. This peace is built by committing to health and dignified life to the populations that tend to be victims of war actions, spoliation, exploitation, and state indifference. By bringing peace, in the form of dignified treatment and hope for the population of several countries, in contexts marked by destruction, epidemics, wars and natural disasters, this organization committed to the defense of humanity is qualified for the Nobel Peace Prize. It must not be forgotten that promoting peace is, above all, protecting those who are usually condemned to death, structural violence, and suffering, in a nutshell, those who are condemned to die ahead of time. The recognition of respect for the human being and the willing to save lives have made Cuban Doctors an international reference of solidarity and profound humanity, so absent nowadays.
It is worth remembering that the first humanitarian medical mission took place in Algeria in 1963. Since then, Cuban humanitarian missions have spread across the four continents and have a unique character in pointing out that international solidarity is possible in times of ode to selfishness.
There are plenty of historical examples of Henry Reeve Cuban International Medical Brigade’s commitment to the pursuit of a dignified life for all. On May 31, 1970, Peru, a country which lies in the Pacific Ocean in the South American continent, was hit by a 7.9 earthquake on the Richter scale, when more than 80,000 people died, and thousands of families were homeless. More than 100,000 Cuban citizens donated blood and one of the Cuban Medical Brigades landed in Ancash. It is worth noting, however, that Peru did not have diplomatic relations with the Republic of Cuba.
During the decades that followed, Cuba freely sent medical brigades to several countries hit by natural disasters: in the city of Pisco (Peru), in 2007, Cuban doctors, in solidarity with the victims of the earthquake, performed 228,000 medical appointments and 2,000 complex surgeries. In Haiti, the participation and dedication of the Cuban doctors during the cholera crisis let the world ashamed for not providing such solidarity. In Africa, they were heroes in the fight against Ebola, and in Latin America and the Caribbean they healed thousands who suffered from blindness.
Brigades are present in more than 60 countries. The International Contingent of Physicians Specialized in Disasters and Major Epidemics operates in 24 countries in Latin America and the Caribbean, in 27 African countries, including the Republic of Togo, Algeria and South Africa, two in the Middle East, and seven in Asia, including Indonesia, Qatar, Kuwait, China, and Saudi Arabia.
In 2005, the Henry Reeve Contingent was born, named after a young American, who left Brooklyn in the United States at the age of nineteen to join Cuban emancipatory cause and become a brigadier general in the Liberation Army.
In Brazil, in the 1990s, the city of Niterói started the Family Medical Program along the lines of the “Family Medical Program” of Cuba. This Program has been operating for 28 years in needy communities with great success and it is a fabulous history of home and hospital care. Also in Brazil, the More Doctors Program, approved after a broad public debate with the Society and endorsed by the National Congress, allowed Cuban doctors to work in places of extreme poverty and high risk of life, such as slums in Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Minas Gerais, and with a highlight to 34 indigenous reserves, especially in the Amazon. In the More Doctors Program in Brazil, between August 2013 and November 2018, 113,359,000 patients were treated in more than 3,600 municipalities and it was provided permanent coverage to 60 million Brazilians. This program was widely recognized by the Federal, State and Municipal spheres, and mainly by the population. According to a study conducted by the Brazilian Ministry of Health along with the Federal University of Minas Gerais, the degree of acceptance of the Cuban physicians reaches 95 percent among the population.
More recently, in the fight against COVID 19, Cuban physicians did not hesitate to join Chinese doctors and to work in several countries. On March 22, 2020, they landed in Lombardy, Italy, playing a key role. In some Brazilian states, they are acting in the neediest places, helping to overcome this viral tragedy.
Given the greatness and solidarity of Cuban doctors, who are saving lives as their primary goal, we ask for your support in the 2021 Nobel Peace Prize to the Cuba’s Henry Reeve International Medical Brigade. It is legitimate to believe that the Nobel Peace Prize awarded to them will help strengthen the global solidarity we so badly need, in addition to raising the hope that policies and actions committed to life shall replace the ones that aim exclusively at profit and that naturalize death.
Finally, it is worth recalling what a Cuban doctor, when leaving Brazil, into tears, said: “We do not give what is left. We give what we have”. There is no greater generosity and greatness than these words, which reveal the spirit that animates the International Contingent of Cuba’s Henry Reeve International Medical Brigade: giving without expecting to receive and giving life to the ones who need life.

Rio de Janeiro, July 28th, 2020

Teólogo Leonardo Boff

Adolfo Perez Esquivel – Prêmio Nobel da Paz 1980

El alma no tiene fronteras, ninguna vida es extranjera (Marcelo Biar

Para el comité noruego Nobel de la paz
Presidente: Berit Reiss-Andersen
Miembro: Thorbjon Jagland

La presente declaración sirve para presentar a esta Comisión la candidatura al Premio Nobel de la Paz a las Brigadas Médicas Cubanas Henry Reeve, una organización de médicos especializados en situaciones de extrema pobreza, desastres y epidemias graves, que, mediante de su compromiso humanitario, social y ético, ha desarrollado acciones en el ámbito de la salud en varios países, centrándose en la población más necesitada de los cuatro continentes.
El Contingente Internacional de las Brigadas Médicas Cubanas Henry Reeve lleva a cabo, generosamente y sin esperar ninguna retribución, lo que es el más humano de nuestra humanidad: solidaridad y voluntad de cooperación. Sus equipos médicos arriesgan sus vidas para dar vida a las personas en riesgo de perder la vida. Además, es una organización que trae paz en medio de conflictos. La paz es la más anhelada por las víctimas de guerras o hecatombes naturales.
Esta paz se forja comprometiéndose con las poblaciones, brindando salud y vida digna a aquellos que generalmente aparecen como víctimas de acciones de guerra, saqueo, explotación y negligencia estatal.
Al llevar la paz, en forma de trato digno y esperanza a la población de varios países, en contextos marcados por la destrucción, epidemias, guerras y desastres naturales, esta organización, comprometida con la defensa de la humanidad, está calificada para el Premio Nobel de la Paz.
No debemos olvidar que promover la paz es, sobre todo, proteger a todos los que están condenados a muerte, violencia estructural y sufrimiento, en pocas palabras, a los que están condenados a morir antes de tiempo. El reconocimiento del respeto por los seres humanos y la dedicación para salvar vidas han convertido a los médicos cubanos en una referencia internacional de solidaridad y humanidad profunda, tan ausente.
Vale la pena recordar que la primera misión médica humanitaria tuvo lugar en Argelia en 1963. Desde entonces, las misiones humanitarias cubanas se han extendido por los cuatro continentes y tienen un carácter único al señalar que la solidaridad internacional es posible en tiempos de oda al egoísmo.
No faltan ejemplos históricos del compromiso de las Brigadas Médicas Cubanas Henry Reeve con la búsqueda de una vida digna para todos. El 31 de mayo de 1970, Perú, un país al margen del Pacífico del continente sudamericano, fue golpeado por un terremoto de 7,9 en la escala de Richter dejando a más de 80.000 muertos y miles de familias sin hogar. Más de 100.000 ciudadanos cubanos donaron sangre y una de las Brigadas Médicas Cubanas desembarcó en Ancash. Vale la pena señalar, sin embargo, que Perú no tenia relaciones diplomáticas con la República de Cuba.
Durante las décadas siguientes, Cuba envió brigadas médicas gratuitas a varios países afectados por desastres naturales: en la ciudad de Pisco (Perú), en 2007, médicos cubanos, en solidaridad con las víctimas del terremoto, realizaron 228.000 consultas y 2.000 cirugías complejas; en Haití, la participación y dedicación de los médicos cubanos durante la crisis del cólera dejó al mundo avergonzado por no proporcionar esa solidaridad; en África, fueron héroes en la lucha contra el ébola y, en América Latina y el Caribe, sanaron miles de cegueras.
Las brigadas están presentes en más de 60 países. Contingente Internacional de Médicos Especializados en Situaciones de Desastres y Graves Epidemias Henry Reeve opera en 24 países de América Latina y el Caribe; 27 países africanos, incluida la República del Togo; Argelia y Sudáfrica; en dos, del Oriente Medio; en siete, de Asia, incluidos Indonesia, Qatar, Kuwait, China y Arabia Saudita.
En 2005, surgió el contingente Henry Reeve, que lleva el nombre de un joven estadounidense, que dejó Brooklyn, en los Estados Unidos, a la edad de diecinueve años, para unirse a la causa emancipadora cubana y convertirse en un general de brigada en el Ejército de Liberación.
En Brasil, en la década de 1990, la ciudad de Niterói comenzó el Programa Médico Familiar en la línea del “Programa Médico Familiar” de Cuba. Este programa ha estado operando durante 28 años en comunidades necesitadas con gran éxito y es una magnífica historia de atención domiciliaria y hospitalaria.
Todavía en Brasil, el Programa Mais Médicos, aprobado después de un amplio debate público con la sociedad respaldada por el Congreso Nacional, permitió a los médicos cubanos trabajar en lugares de extrema pobreza, con alto riesgo de vida en lugares como favelas en Río de Janeiro, São Paulo, de Bahía, de Minas Gerais, destacando 34 reservas indígenas, principalmente en la Amazonía. En el Programa Más Médicos en Brasil, entre agosto de 2013 y noviembre de 2018, 113,359,000 pacientes fueron tratados en más de 3,600 municipios y brindaron cobertura permanente a 60 millones de brasileños.
Este programa fue ampliamente reconocido por los gobiernos federales, estatales, municipales y, principalmente, por la población. Según un estudio realizado por el Ministerio de Salud de Brasil en la Universidad Federal de Minas Gerais, el grado de aceptación de los médicos cubanos alcanza el 95 por ciento entre la población.
Más recientemente, en la lucha contra COVID 19, médicos y médicos cubanos no han dudado en unirse a médicos y médicos chinos y trabajar en varios países. El 22 de marzo de 2020, aterrizaron en Lombardía, Italia, brindando asistencia esencial. En algunos estados brasileños trabajan en los lugares más necesitados y ayudan a superar esta tragedia viral.
Dada la grandeza y solidaridad de los médicos cubanos y cubanos, que están salvando vidas como su principal objetivo, pedimos su apoyo para el Premio Nobel de la Paz 2021 al Contingente Henry Reeve de Brigadas Médicas Cubanas.
Es legítimo creer que el Premio Nobel de la Paz para las Brigadas Médicas Cubanas Henry Reeve ayudará a fortalecer la solidaridad global que tanto necesitamos, además de aumentar la esperanza de que las políticas y acciones comprometidas con la vida deben reemplazar las acciones y políticas dirigidas exclusivamente a lucro y que naturaliza la muerte.
Finalmente, recordando lo que un médico cubano, al salir de Brasil, a través de las lágrimas, dijo: “No damos lo que queda. Damos lo que tenemos”.
No hay mayor generosidad y grandeza que estas palabras que bien revelan el espíritu que anima el Contingente Internacional de las Brigadas de Salud Cubanas Henry Reeve: dar sin esperar recibir y dar vida a los que necesitan vida.

Río de Janeiro, 28 de julio de 2020

Teólogo Leonardo Boff

Adolfo Perez Esquivel – Prêmio Nobel da Paz 1980

Depoimentos

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PREMIAÇÕES

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Concessão da Medalha de Mérito Pedro Ernesto ao Programa Mais Médicos,
outorgada pelo Vereador Leonel Brizola Neto

Médico de Família do Preventório “Abel Santa Maria”
Niterói 1992 / 1994
Clique aqui para ver o projeto

Fotos das Brigadas Médicas Cubanas

VÍDEOS

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Vitória frente ao Ebola

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Missão na Argélia

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Missão República do Togo

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Missão no Paquistão

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Missão no Catar

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22 anos no Haiti

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Gracias Cuba!

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Convocatória ao Prêmio Nobel da paz às Brigadas Médicas Cubanas

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Marcas que nos deixa Cuba de Solidariedade

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